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junho 06, 2020

OnTV anuncia junção com o Megapro e estremece mercado financeiro

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Acionistas temem que isso possa resultar no fim da OnTV

Estava tudo estável na Bolsa de Valores Virtual (BVV) até que João Paulo Ritter, presidente da OnTV, disse que sua emissora trocará de servidor (atualmente no Blogger) para o servidor do Megapro em breve. O anuncio aconteceu durante sua participação no OnlyCast da Rádio Aster.

Em uma entrevista descontraída com o apresentador, Ritter revelou o segredo que estava guardando a um tempo, desde quando informou que a OnTV passaria por mudanças nunca antes vista. Porém, já era especulado uma possível fusão com o Megapro por parte de alguns espectadores do canal.

Após a declaração, os números da BVV oscilaram fortemente: desceram, subiram e depois se estabilizaram. Muitos do meio virtual temem que isso possa ocasionar uma possível falência da emissora de Jaime Lucas, visto a má fama do Megapro em sucumbir redes que aderem ao grupo. TVN, Rede Purple, Unbroken Productions (UP) e Slexd (XD), todas faliram ao fazerem parceria com a emissora de Lucas Luciano.

O Megapro também é conhecido por prometer demais e cumprir de menos, a exemplo: o lançamento da plataforma MegaOD, relançamento da XD, AtentaTV, um blog do Posey, MegaCritc, além de outros projetos que só ficaram na promessa. Muitos se lembram do duplo vexame que foi o cancelamento da Comic Con Virtual, a primeira pela UP (2017) e a segunda pela própria (2019/2020), pois fizeram com que os autores corressem contra o tempo fazendo banners, sinopses e outros pedidos, tudo isso para nada.


Uma das mais promissoras, UP faliu ao se juntar ao Megapro

Segundo a própria fala de Ritter, as negociações demoraram muito tempo até que um acordo fosse feito.

João Carvalho, vice-presidente e um dos pilares do Megapro, afirmou em conversas que a emissora está se transformando. Ele também admitiu alguns erros do passado, como o caso do programa “Menina Curiosa”, que atacava gratuitamente alguns autores do MV e afirmou que alguns diretores na época não tinham experiência. Disse ainda que Lucas Luciano, presidente, é responsável pela administração e questões técnicas de produção. Carvalho, no entanto, atua no gerenciamento da imagem do grupo e foi um dos que negociaram a aquisição da OnTV.

A junção há muitos contrapontos. Se por um lado a OnTV se beneficia fazendo parte da grife, por outro ela está sujeita a carregar, mesmo indiretamente, a rejeição do Megapro; apesar de hoje estar um pouco melhor graças a gestão de João Carvalho. São inúmeras as reclamações dos autores do MV com a rede, principalmente com o presidente e fundador da emissora, um dos responsáveis pela derrocada da própria empresa.

Outra questão que causou receio nos acionistas foi a dificuldade de acesso. Como já mencionado pela equipe da Rajax, embora tenha um site considerado bonito, a experiência não é das melhores para quem acessa do celular (maior público do MV). E pra OnTV esse pode ser um fator negativo.

Não se sabe se Jaime Lucas está a par dessa junção, mas como João Paulo é o presidente interino, cabe a ele a decisão soberana. E o que o público se questiona agora é “será mesmo que vem aí?”.

*Nota: Rede Purple, segundo informe da assessoria de imprensa do Megapro, não chegou a fazer parte do grupo. Houve a intenção, porém nunca foi oficializada. TVN se desfez para adentrar no MegaPro, não configurando falência. Slexd era uma produtora própria da mesma.

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Tudo sobre OnTV

maio 27, 2020

Cerca de 70% dos usuários acessam as emissoras virtuais pelo smartphone | Pesquisa JaxLab

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Índice tende a continuar crescendo pelos próximos anos

Há alguns anos, os computadores reinavam no acesso à internet. Os dispositivos móveis ainda eram pouco acessíveis a grande parte da população e a internet móvel era precária.

Nos últimos tempos vimos a ascensão dos smartphones que, agora, fazem parte do dia a dia da população e é cada vez mais usado para tarefas complexas, antes realizados apenas no PC.

Fato este consolidado na pesquisa JaxLab que ouviu 111 pessoas, todas com envolvimento no Mundo Virtual, sendo o público-alvo.


O que chama atenção é o fato do Tablet, dispositivo que teve uma grande popularidade nos primeiros anos de lançamento, ter marcado menos de 1% na pesquisa. Esses dados são reforçados com as informações obtidas de algumas emissoras como o Aster e a Rajax, onde em ambas o dispositivo não marca mais de 1%.

Com a maioria absoluta utilizando o smartphone, resta as emissoras virtuais se adaptarem a essa nova realidade. Layout responsivo, carregamento de página mais veloz, baixa poluição visual, adaptabilidade de imagens, textos e gadgets são alguns dos desafios a serem superados pelos sites de leitura virtual.

CyberTV
A maioria já se adaptou em grande parte a era dos smartphones, como por exemplo a Cyber, que no ano passado alguns usuários do Twitter alegaram dificuldades em carregar a página. A interface era pesada e consumia muitos dados de navegação, desmotivando alguns de retornarem a plataforma para consumir leitura. Hoje em dia esse problema aparentemente foi corrigido, não há mais reclamações sobre o load da página e muito se deve ao redesign do site, eliminando gadgets robustos para outros mais enxutos.

WebTV
A emissora mais antiga do Mundo Virtual começou seu processo de adaptação em 2016, quando anunciou que a nova interface de seu site seria mobile friendly. Por ser hospedada no Blogger, não foi tão difícil para a WebTV se adaptar aos novos tempos, visto que na época havia uma imensa variedade de templates responsivos no mercado e o desenvolvimento desse tipo já tinha se tornado padrão. Foi uma das que melhores se adaptou aos novos tempos, porém, bem tarde. 

Megapro
Talvez por ter um design próprio, a Megapro é a única que não possui um layout responsivo, que se adapte a telas menores. Usuários reclamam de terem que dar zoom em tudo para poder enxergar as letras que ficam minúsculas no celular. O próprio Google diz isso:
Sem contar no esforço para lerem os PDFs dos capítulos das web novelas e demais tramas do canal, pelos mesmos motivos anteriores aqui citados. Se a emissora disponibilizasse PDFs mais compactos, com um padrão de página que seja mais agradável a leitura no celular, com certeza, atrairia mais pessoas a plataforma. No computador a visualização é excelente.

Ranable Webs
O site se adapta bem no celular, é hospedado no Blogger, mas a Ranable Webs, até alguns meses atrás, pecava pelo excesso de recursos na página e pesava a navegação. Sem contar a poluição visual que dava um certo incômodo aos leitores. Hoje, o site está mais limpo e mais leve.

Web Novelas Channel
O WNC nunca foi um site complicado de acessar no celular, pelo contrário. Lembrando que neste artigo estamos levando em consideração apenas a adaptabilidade da interface e não o user experience (UX). Desde sua criação, o site da emissora cor de rosa sempre priorizou os smartphones, com uma navegação de baixo consumo de dados e layout voltado para o dispositivo. E no atual visual não é diferente, apostando em um template clean.

Aster
Assim como o WNC, o Aster sempre priorizou a navegação móvel e não aderiu a um template robusto pesando a navegação. A emissora pretende lançar um novo visual ainda esse semestre, voltado a experiência mobile.

OnTV
Assim como a grande maioria das emissoras, é hospedadas no Blogger. A OnTV nunca apresentou problemas de adaptação. Com um template leve e funcional, as páginas carregam mais rápido, blindando-se das reclamações dos usuários. 

Segundo o Google, todos os sites (incluindo a Rajax), possui algum problema de carregamento da página. A Rajax não foi citada neste artigo para que não houvesse parcialidade ou ocultação de problemas. Esta foi a primeira parte da pesquisa JaxLab 2020. A qualquer momento os resultados seguintes serão revelados.

dezembro 04, 2019

Por que Perfil Fake foi um grande sucesso? | Crítica

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Tudo sobre Megapro


Programa originalmente exibido no Boletim Virtual da WebTV (2018).
Olá gente do mundo virtual. Eu sou o Kax e estou aqui para mais um Visão Crítica diretamente do Boletim Virtual que completou 6 anos de vida. O alvo da vez é um dos maiores fenômenos da MegaPro de todos os tempos, escrito por Rynaldo Nascimento: Perfil Fake.

Mas o que teria feito a minissérie alcançar tal patamar? Não houvesse sido a participação icônica da MC Loma ou da atuação impecável de Pedro Gaze, que foram um atrativo a mais para o enredo, não perderia seu glamour. Dizem que a propaganda é a alma do negócio. Que um merchan continuo e bem feito pode até salva uma obra em decadência. Que a MegaPro, talvez, seja a emissora que mais divulga no MV, isso sabemos, o que contribuiu e muito para a repercurção e audiência de Perfil Fake. A belíssima abertura já era um prenúncio de que eu iria me surpreender.

Antes de começar a falar sobre a minissérie virtual, não posso deixar de mencionar o mega elenco que as produções do canal possuem em praticamente todas as obras (gente, me dá 10 personagens que eu faço 5 temporadas com 20 episódios cada kk mas isso varia de autor para autor). Esta citada possui 36 personagens, mas tentarei resumir a história da melhor maneira possível, e claro que não citarei todos.

Na história, Mário (Rafael Cardoso) é um pedófilo que acabou de matar uma de suas vítimas e se muda para a cidade fictícia de Nova Olinda em Pernambuco (a procura da próxima). Assim que chega ele esbarra com uma das personagens principais, Alessa (Giovanna Antonelli), que está sempre à procura de um relacionamento, porém todos frustrados. Uma brecha perfeita para o demônio entrar. Por que digo isso? Dentre muitos assuntos abordados pela narrativa, o religioso tem muita evidência no núcleo de Evandro (Antônio Fagundes), que é prefeito da cidade e mistura política com religião. Caso muito corriqueiro em nosso país. Ele é casado com a missionária Gildete (Arlete Salles), uma mulher muito avarenta e arrogante, mas que me proporcionou alguns momentos cômicos com o seu jeito de falar.

No entanto, com as revelações explicitas do último capítulo (apesar de pistas sendo colocadas no decorrer dos episódios) me deixaram perplexo. Tanto o prefeito quanto a primeira dama, além de desviarem o dinheiro da merenda (evidenciado no primeiro capítulo), ambos chefiavam uma quadrilha de tráfico de crianças, ou seja, eles pegavam os bebês de mães pobres e vendiam suas crianças na adoção. O que me fez lembrar daquele escândalo real envolvendo a Igreja Universal; talvez essa fosse a inspiração? Outras coisas vêm à tona como o filho bastardo de Evandro com a empregada, Penha (Duh Moraes) e a tentativa de matar o próprio filho Marcos Paulo, pelo fato de ser gay. 

Na Universidade Federal Metropolitana de Pernambuco, temos uma disputa ideológica interna gerando conflitos. Um duelo entre esquerdistas e direitistas pela tomada da reitoria. Não só entre os professores, mas também entre os alunos. Vemos homofobia, e racismo, acontecendo no Complexo Educacional impulsionado por Jorginho (André Luiz Frambach) em suas constantes implicâncias com Jeff (Pedro Gaze).

Yasmin (a qual o autor preferiu não associar a uma atriz da vida real) é filha de Alessa. Uma jovem de bem, alegre, mas que foi abusada por Mário e teve um trágico final morrendo nas mãos desse maníaco em meio ao manguezal. Até Carlito (Rick Tavares), que era apaixonado por essa pobre menina, foi assassinado pelo pedófilo. E o que mais me intrigou foi a frieza de Mário depois que foi pego pela polícia, dizendo que se orgulhava de todas as atrocidades que tinha cometido e que iria entrar para a história.

O final de Perfil Fake é triste. Muitos de nós estamos acostumados a esperar um final feliz para tudo na ficção, porém, ela aqui é um reflexo da realidade, e na vida real nem sempre temos um final feliz. Apesar de tudo, vibramos com a prisão de Mário e com o tratamento especial que ele recebeu dos detentos. Vibramos com o fim da Ordem Conservadora. Vibramos com a derrocada do preconceito e da hipocrisia. Vibramos com a mensagem de Yasmim, Vivi e Carlito na última cena da minissérie expondo, denunciando, a barbárie escondida em nossa sociedade.

Um misto de muitos temas polêmicos e delicados foi transpassado com o cuidado necessário para não doutrinar o leitor dizendo-o qual lado ideológico é o certo e o errado, mas sim passar a mensagem que muitos vivem de aparência, pregam o que consideram o politicamente correto, mas acabam indo contra essa própria política. Todos os personagens têm a sua devida importância, nenhum núcleo deve ser considerado irrelevante.  

Perfil Fake fez um belíssimo trabalho na missão que lhe coube e, por ora, reforçou a imagem da Megapro de emissora mais “humanizada” do mundo virtual, com obras que discutem o ser humano.

De 0 a 10, gostaria de dar um 11. Não irei mais elogiar, seria considerado tiete da minha parte.  Gostaria de agradecer e parabenizar o autor por esse ‘lacre’. 





Nota 10



dezembro 01, 2019

Maniac: a comédia e a tragédia que habitam o mesmo espaço | Crítica

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Tudo sobre Megapro


Programa originalmente exibido no Boletim Virtual da WebTV (2018).
E aí galera, tudo beleza? Eu sou o Kax e estou aqui para mais uma resenha do nosso Visão Crítica. Antes de começar, confesso que tinha um certo receio em resenhar sobre quaisquer produções do MegaPro devido a ocorrências passadas e a absorção de apenas um lado da história que serviram para construir um certo pré-conceito negativo da mesma; além de uma ordem interna imposta sobre os operários da Web Mundi que dificultavam essa aproximação e interação com a dita cuja. Porém, depois de uma socialização no grupo do Whats App de ambas as partes, decidi quebrar este tabu, pegar um foguete e, na velocidade da luz, percorrer até adentrar na emissora mais distante do mundo virtual. O alvo da vez é Maniac, uma série de Jota Pê.

Quando eu vi uma das primeiras chamadas tive uma pequena curiosidade com aquela que estava sendo anunciada como “sarcástica, nonsence e assustadora”. E ainda bem que explicitaram isso, caso contrário, seria bem estranho, afinal, para que contratar um super hacker para investigar um vazamento de vídeo íntimo (Siobhan) sendo que a responsável por isso enviou por e-mail sem ocultar o remetente. Pessoas (Marilyn) que foram veladas e enterradas, mas logo após o corpo aparece no IML para perícia. Tuppence deixou isso bem claro no episódio 2. Sem contar as vítimas indo atrás do assassino e aquele tradicional tropeço pré-morte, habituais nos enredos de terror. Mas neste caso, o autor apodera-se desses artifícios para criar um humor mórbido na série.

Ally e Tori, as youtubers, são as primeiras apresentadas. A primeira, a mais medrosa, e a segunda, a mais exibida, capaz de morrer e ainda sim pedir para curtirem e se inscreverem no canal da plataforma de vídeos. Porém, o que me fez persistir naquela “Crônicas de Gelo e Fogo” de quase 90 páginas do piloto, tem nome: Priscilla Chapman.

A líder da Kappa Nau Tau conseguiu me roubar muitas gargalhadas com seu jeito sarcástico, maléfico, vingativo e desbocado, o que me fez associá-la a outra personagem do meio virtual. Ela é tipo a Moni Vasco MegaProense (só que sem a 38), onde ambas quase obtiveram mais destaque que o protagonista central.

Shelby Miller esconde um passado misterioso, sendo também a mais encubada. Mas nada que uma bebida batizada de sua amiga (Norah) para fazê-la ficar “soltinha” e “abrir” o jogo. Com todo o respeito, é claro. Ela também pertence a irmandade Kappa, e por isso está sempre sendo perseguida pelo maníaco caracterizado de Jack, o estripador.  

Bonnie, para mim é a mais difícil de definir. Ela se mostrou uma boa pessoa para a irmandade, e uma ótima amiga para Shelby. Vi nela simpatia e tranquilidade, menos quando se trata de sexo, onde se torna feroz e cheia de fetiches. Está em um relacionamento com seu professor de psicologia, Arthur, que é marido da reitora da universidade (Siobhan).

Aproveitando a deixa, Siobhan é uma mulher multifacetada, mas a preocupação maior é com a sua imagem. Ao mesmo tempo que encoberta os assassinatos de suas alunas, ela quer descobrir o responsável por isso. O espanto ficou por quase intimidar os alunos a beberem e a se relacionarem sexualmente, mas usando camisinha. Porém o choque maior ficou por conta de Mikky Milk (quem leu, entendeu kk). A reitora da universidade Windsor também nos proporcionou momentos irreverentes, principalmente em seus diálogos. Na verdade, quase todos os personagens, pelo menos uma vez, me fizeram rir.

Marilyn é a mais invejada por ser a mais bonita da irmandade. E a mais burra também por acreditar em um Perfil Fake e acabar sendo morta logo no final do primeiro episódio. (Pasmo com esse merchan subliminar).

Norah é a mais fria e psicopata do grupo, o que me fez suspeitar a princípio. Posteriormente (ALERTA SPOILER) descobrimos o seu caso com Priscilla, causando-me uma certa surpresa com, até então, a personagem mais hétera da série. Pelo menos aparentava.

Os detetives Beresford e Tuppence também dão um gás a louca narrativa.

Maniac é repleta de referências a cultura pop do mundo real, o que se deve prestar bastante atenção nos seus benefícios e malefícios, dependendo do repertório do interpretador. Isso porque, se o espectador tiver inserido nesse universo, o contexto humorístico de uma piada envolvendo o clipe Bom Appétit (Katty Parry ft. Migos) ou até mesmo a aparição de Snoop Dogg serão compreendidas. Do contrário, pode haver uma certa frustação.

Dentre essas referências, não passou despercebido o "WebTV porão de fracassos"(pg. 40, cena 26, ep. 02). Todavia não quero colocar lenha na fogueira, muito menos reacender desavenças passadas. Ademais sabemos que não passou de uma brincadeira.

Outro detalhe que não entendi foi na diminuição do número de páginas no decorrer dos episódios. Como por exemplo o final (ou season finale), que terminou com praticamente metade das laudas apresentadas na estreia (ou season premiere). Geralmente é ao contrário. Mas isso fica a critério do autor.

Gostaria de falar mais sobre outros personagens como Gwen, Lance, Blanche, Sonya, Serina, e outros acontecimentos da história, porém seria uma enxurrada de spoilers que poderiam desagradar tanto quem escreveu quanto quem ainda não leu tudo. 

Maniac fez seu papel de maneira brilhante e pode ser considerada uma das melhores séries do ano. Roteiro impecável. Erros de digitação, só vi medíocres três, que em nada apaga o brilho dessa Alpha Centauri, cujo desfecho é surpreendente.

De 0 a 10, não tem como não ser 10! Jota Pê fez mais um excelente trabalho, nos deixando com um gostinho de “quero mais” e uma grande expectativa para a próxima temporada.




Nota 10



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